quinta-feira

A ilusão do poder - o princípio do fim


Soares acena...mas não sabe a quê...

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.. Pensa que o povo o aplaude, que está com ele - política e afectivamente. Pura ilusão. O que o povo tem é compaixão. Tolerância para com um passado (mas não muito remoto - senão lá vem a descolonização e está tudo estragado de novo); benevolência relativamente à velhice. Porque todos nós um dia, se não morrermos novos, chegaremos a essa condição da curva descendente da vida.

- Cavaco, ao lado, percebe tudo em silêncio. Como se tivesse no velório do seu próprio pai. E também ele já é complacente para com o seu adversário. Sabe que para ganhar não precisa de desferir nenhum golpe, nenhuma ameaça, nenhuma farpa. Basta-lhe complacência, muita compreensão. E esperar que o tempo passe. Também importa não cometer erros. Mas como hoje Cavaco já tem dúvidas, é natural que erre menos... Afinal, Soares poderia ser o pai de todos nós. Salvo seja.

- Cavaco finge que não percebe de que lado está a turba, para evitar magoar o antigo leão da política lusa. Um leão que hoje é um leopardo velho, cansado, ferido e, dentre em breve, deserdado pela sua própria família política. Enfim, expulso da tribo à qual pertenceu desde sempre.

- Conclusão: a política, quando se perde o tino e o sentido da medida das coisas e dos homens, é uma arena violenta, sangrenta, cruel. E o mais grave é que cerca de 80% do País que decide eleitoralmente as coisas já o percebeu. Os demais eleitores estão dispersos mas coabitam no mesmo prédio - como numa salada - pela esquerda de Soares, Jerónimo, Alegre e Louçã. Cavaco já não precisa de subir o coqueiro para apanhar o côco.

- Basta-lhe esperar - sentadinho - que os cocos vão ter com ele. E ainda lhe perguntam: quer só coco ou prefere uma salada de frutas?! Isto é a Política (espelho da vida): vitória, glória e força para uns; derrota, humilhação e fraqueza para outros. Soares, desta vez, está do lado dos "outros". E eu a pensar que ele estaria em casa de pantufas a rever a fita que mandou gravar da Sociedade Aberta...

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Já agora, creio que Cavaco em vez da salada de frutas - pedia uma fatia de Bolo rei... desenhada pelo arqº T. Taveira

Cavaco no chá da 20h no CCB..

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Logo à noitinha Cavaco Silva, no chá da noite e na presença das televisões sempre muito coscuvelheiras, vai abrir a caixa de Pandora e dizer umas verdades:

1. Sampaio foi uma "anedota" política ao longo desta última década, gastou as tesouras todas
2. Ele já era uma anedota pol. antes, mas que fala muito bem línguas.. lá isso fala
2. Só esteve bem na demissão de um tal S. Lopes, que sonhou um dia ser PM da Albânia e hoje Dj no Kremlin
3. Que Portugal não está no mapa - excepto no capítulo da pobreza, corrupção e conexos
4. Que este governo de Sócrates é uma nódoa manchada - por isso o tem de ajudar
5. Urge equilibrar as finanças públicas - por isso vai vender ao estrangeiro os estádios de futebol
6. Resolver o caso Casa Pia
7. Reformar a Justiça
8. Ajudar a SIC a recuperar-se economicamente e a identificar melhores programas para combater a TVI
9. Extinguir o Canal RTP1 e o programa de Marcelo - não vá ele também querer ir para Belém - em birra
8. E fazer obras no Palácio Rosa
9. Ah, e erradicar o bicentenário - Pastéis de Belém - centro de espionagem de Soares é fixe a Belém
10. Há ainda mais uma razão - que não me lembro agora.. Ah, quer Bolo Rei desenhados pelo arqº T. Taveira

Por estas razões - Cavaco decide candidatar-se à corrida a Belém. E tudo o que fôr dito para além disto também pode ser verdade. Por umas horas...!!! E Maria Cavaco consentir..., é claro!!

terça-feira

O Tito era um Galo que...

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Era uma vez um fazendeiro que tinha um galinheiro com 180 galinhas e estava à procura de um bom galo para produzir ovos. Um belo dia o fazendeiro vai até à vila, entra na cooperativa agrícola e diz para o vendedor:


- Boa tarde! Procuro um bom galo capaz de cobrir todas as minhas
galinhas.

O vendedor responde:
- Quantas galinhas tem?
- No total são 180. diz o fazendeiro.
Então o vendedor vai buscar uma gaiola com um galo enorme, musculoso, com a crista de pé, olhos azuis e uma tatuagem no peito dos Rolling Stones, e diz para o fazendeiro:

- Leve este aqui, o Alberto, ele não falha.
O fazendeiro leva o galo e, no dia seguinte, pela manhã, solta o galo no galinheiro. O galo sai numa corrida desenfreada, pega na primeira galinha, dá duas sem tirar; pega na segunda, dá a primeira e quando estava na segunda... cai para o lado.

O fazendeiro olha e diz:
- Aquele vendedor filho da puta aldrabou-me! Este galo apenas comeu duas galinhas e capotou.

- Então, pegou no galo pelo pescoço, levou-o até ao vendedor e explicou-lhe o que se tinha passado. O vendedor desculpou-se e foi buscar um outro galo. Este era preto, de crista amarela, olhos cinzentos e ténis da Nike. E disse para o fazendeiro:

- Este aqui é o Fernando. Leve-o, veja como é que ele funciona e depois conte-me.
- O fazendeiro volta para a fazenda com o galo e repete a manobra: solta o bicho no galinheiro, o galo sai alucinado, come a primeira galinha de pé, pega a segunda traça, com a terceira faz o 69 e quando está e acima da quarta, cai morto no meio do galinheiro.
O
fazendeiro, completamente lixado, pega o galo pelas patas e volta à vila. Entra pela cooperativa, quase rebentando com a porta, e diz para o vendedor:

- Escute aqui seu sacana, este é o segundo galo que você me vendeu também não presta para nada. É melhor vender-me um galo decente ou deito esta cooperativa abaixo.
Então o vendedor vai buscar um galo de merda, sem crista nem penas, com olheiras, corcunda, com ténis de lona já meio rebentados e uma camisa azul clara com os dizeres "Maracanã 1950" e diz ao fazendeiro:

- Olhe, é só o que me resta. O nome dele é Tito e chegou, por coincidência, num barco que vinha do Uruguai.
O fazendeiro, ainda furioso, leva o galo, pensando:
- Mas que raio é que eu vou fazer com este galo de merda?
Chegado à fazenda solta o Tito no galinheiro. O galo despe a camisa, atira-a para o lado e sai enlouquecido comendo as 180 galinhas de um fôlego. Pára para respirar e come as 180 de novo. Sai do galinheiro a correr e enraba o pastor alemão. Aí o fazendeiro agarra-o, dá-lhe dois sopapos para acalmar e tranca-o na gaiola.

- Porra, este galo é um fenómeno!!, pensa o fazendeiro.
E as galinhas todas doidas só comentam que " o Tito isto", "o Tito aquilo", "o que é que ele fez contigo?", "comigo ele fez tal coisa"... loucura total, todas as galinhas a quererem mudar-se para Montevideu.
No dia seguinte o fazendeiro voltou a soltar o galo; o Tito sai a levantar poeira do chão, dá duas voltas ao galinheiro aviando tudo o que é buraco com penas que lhe aparece no caminho. Sai disparado e come o cão, o porco e duas vacas. O fazendeiro corre atrás dele, agarra-o pelo pescoço, dá-lhe uns abanões para o acalmar e volta a fechá-lo na gaiola.

- Que galo filho da puta! Vai-me cobrir a fazenda toda!!!, diz o fazendeiro.
No dia seguinte vai buscar de novo o galo e encontra a gaiola toda rebentada.

- O Tito fugiu!
Sai a correr para o galinheiro e encontra todas as galinhas de barriga para o ar, fumando e assobiando, regaladas. Lá fora estava o porco com o rabo virado pró ar, as duas vacas deitadas no chão e a falarem das performances sexuais do Tito, o cachorro com a bunda arruinada e pensa:

- Ele vai comer o gado dos vizinhos, vão-me matar!
Então pega no cavalo e a galope segue as pistas deixadas pelo Tito (cabras a suspirar, bodes a passar gelo no rabo, uma tartaruga que perdeu a carapaça na trancada, um touro a experimentar lingerie, três gazelas a coxear, um pónei sentado num alguidar com gelo, um bambi curando das hemorróidas...) até que, de repente e à distância, vê o Tito caído no chão. Uma cena tristíssima!!!

- Os abutres já voam em círculos, a babar-se com fome. Quando viu os abutres o fazendeiro entendeu a situação.

- Nãããooooo, Titoooooo... Morreuuuu o Titoooooo! E logo agora que eu tinha encontrado um galo de verdade... No meio destas lamentações, cuidadosamente o Tito abre um olho, olha para o fazendeiro e, assinalando os abutres, pisca-lhe o olho e diz:
- SShhhhhhhhh! Cala-te e deixas-os pousar....

quinta-feira

TGV-OTA e queda do Governo

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Ruisinho:
  • O país está em ruptura e, ou me engano muito, ou essa ruptura vai-se acentuar, transformando-se num braço de ferro entre o governo, que quer a Ota e o TGV, e todos os outros, excepção feita aos que têm interesses ligados a qualquer um desses projectos.
  • Basta ler tudo quanto é imprensa e então, depois da demissão do ministro das Finanças e da intervenção, sobre este assunto, do Dr. António Vitorino, é aquilo a que se pode chamar de um fartar vilanagem. Grupos de economistas, dos mais conhecidos e prestigiados do país, vêem à televisão e vão para os jornais com abaixo assinados opondo-se aos investimentos e ameaçam mesmo, que qualquer dia, um delegado do governo irá bater à porta de cada família portuguesa para exigir a entrega da quota-parte da contribuição de cada um de nóspara aqueles dois investimentos, qualquer coisa como 1000 ou 1500 euros por cada elemento do agregado familiar.
  • Eu que estava a pensar em fazer uma viagenzita com o reembolso de uma aplicação financeira que fiz há 8 anos atrás e que se vence proximamente vou ter que deixar tudo em suspenso. Depois dos 27 meses de guerra que fiz em Angola para aí há uns 40 anos atrás chegou a hora de um novo sacrifício pelo meu país. Com a diferença apenas que em 1962 a generalidade dos portugueses, os que tinham e os que não tinham opinião, mais estes do que aqueles, eram quase unanimemente a favor do sacrifício da guerra, pelo indiscutível direito que os Estados tinham de defender a integridade do território nacional fosse ele qual fosse estivesse ele onde estivesse.
  • Mas agora não, o país está profundamente dividido, direi melhor, ao que parece, desequilibradamente dividido. Tirando o senhor 1º Ministro, e os Ministros da Economia e das Obras Públicas, todos as outras vozes ou se atiram aos investimentos em questão como “gato a bofe” ou levantam as suas dúvidas.
  • Afirmo, em consciência, de que me considero um bom cidadão, daqueles que entendem, como o Presidente Kennedy entendia, que são os cidadãos que têm que se sacrificar pela nação e não o contrário. E por isso, como o país não são só personalidades políticas e economistas cujas opiniões já conhecemos porque têm sido divulgadas, informem-se os portugueses de uma forma clara e objectiva, das vantagens e inconvenientes dos investimentos em causa. O assunto não pode ser mais polémico do que o é neste momento. O manifesto subscrito pelos 13 eminentes economistas vai, certamente, colher o apoio, em peso, da oposição e o governo cometerá um autêntico suicídio político se entender que lhe basta argumentar com a legitimidade do seu poder para decidir, que efectivamente tem. A decisão sobre qualquer um destes projectos é de natureza política, sem dúvida, mas tem que ser tecnicamente fundamentada e a partir de agora muito bem explicada. Pela minha parte, como democrata, respeitarei a decisão e desistirei da tal viagem em favor da minha contribuição mas se não existir explicação e os resultados não contribuírem para melhorar a situação do país, mesmo que seja no longo prazo, não conte o PS com o meu voto em futuras eleições.
  • De qualquer forma, o que me angustia é esta guerrilha permanente, esta tensão e incerteza em que estamos sempre mergulhados, esta dúvida sobre o nosso futuro colectivo, esta sensação de ingovernabilidade desesperante que nos faz adiar constantemente as esperanças no futuro, esta dificuldade, que é de todos nós, em gerarmos classes dirigentes responsáveis, sérias, competentes, sobre as quais não recaiam, permanentemente, dúvidas e suspeitas sobre as suas capacidades.
  • Provavelmente, éramos mais felizes quando não tínhamos ambições, quando levávamos dois dias de Trás-os-Montes a Lisboa e mandávamos aparelhar o burro para as pequenas deslocações….ao menos tínhamos muito mais tempo para pensar, quem sabe, senão mesmo para sonhar… em viajar um dia num TGV e embarcar, na OTA, num avião para Paris.
Xau .
Tio Quim

segunda-feira

Portugal, hoje... Com Soares à ilharga.

Olho para Soares e vejo isto. Olho para isto e através das lentes de Soares vejo uma sociedade rigidificada, ossificada, mumificada. Eis o Portugal de certas pessoas. Grave não é ser velho; grave é não representar qualquer esperança nem ter uma ideia ou projecto de futuro. Grave é só ter vontade sem projecto. O único projecto que existe é para servir a vontade. A vontade de querer poder... Will to live, will to Power


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sexta-feira

A Lebre...e as pessoas e o cansaço (da fuga) para a Academia e a reforma do BP

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  • Lebres disfarçadas de pessoas; ou pessoas disfarçadas de Le....

Ruisinho

  • Por muito que me esforce para me convencer daquilo que sei há muito tempo, que a natureza humana está longe de ser um prodígio de lógica e que a cada passo nos surpreende pelo inesperado, apesar disso, desenvolvo sempre as melhores das intenções no que aos outros diz respeito quando as premissas apontam num determinado sentido.
  • Agora que a areia já está a começar a assentar sobre a demissão do ministro Campos e Cunha, quando este, com um grande abraço e troca de sorrisos, na cerimónia de posse, deseja as maiores felicidades ao seu substituto, tudo parece estar bem, dando mesmo a entender, dado o ar pacífico e cordial da cena apresentada perante os nossos olhos, que tudo foi previsto, concebido e ensaiado para ser assim. Ou seja, o académico de grande prestígio cede a sua pessoa para integrar a equipa governativa e dar assim, à equipa, um cunho de grande qualidade e credibilidade, e o político vitorioso, por sua vez, retribui-lhe com a possibilidade de acrescentar ao seu curriculum e experiência de vida, o desempenho de um cargo no governo do país com o prestigiado título de Ministro de Estado e das Finanças.
  • Mas, como intenções vulgares e mesquinhas não são próprias de pessoas inteligentes, nas conversas a sós que precedem a constituição dos governos, os objectivos políticos ficaram, igualmente, assentes: as medidas difíceis e impopulares seriam lançadas por um ministro independente dos interesses partidários e de competência indiscutível e por todos reconhecida e para isso 3 ou 4 meses bastariam. Depois, tal como se faz no atletismo, nas corridas de meio fundo, a “lebre” abandona a corrida e os verdadeiros corredores, os políticos que, poupados na primeira fase da corrida, chamam agora a si a responsabilidade de a continuarem até ao fim.
  • Mas esta é a minha imaginação delirante, a que se deixa seduzir pela lógica dos comportamentos e que, naturalmente, não acredita em desculpas circunstanciais como a tal de cansaço.
  • A realidade, pode, no entanto, ser diferente e surpreendente: os personagens em questão não são, afinal, pessoas nem tão inteligentes, responsáveis ou honestos, como todos julgavam, e na tal conversa a sós que precede a constituição dos governos e é decisiva, não houve a coragem, de parte a parte, de se acertarem ideias quanto ao que iria ser o essencial das decisões de um ministro das Finanças no que se refere às receitas e às despesas e só, no caso de haver consenso, haveria ministro. Por outras palavras, a política do Ministro das Finanças não pode ser diferente da política do governo que ele integra e isto independentemente de saber quem está certo ou errado.
  • Não vamos aumentar impostos, diz o 1º Ministro, provavelmente vamos ter que aumentar impostos, diz o Ministro das Finanças. Os projectos da OTA e do TGV, investimento público emblemático, vão ser implementados porque é preciso espevitar a economia, para além de que são projectos estruturais indispensáveis ao país num futuro próximo. Pois, diz o Ministro, mas tendo que recuperar até 2008 o défice para 3% não é possível, dados os montantes envolvidos e provavelmente a fraca rentabilidade no médio e mesmo no longo prazo desses projectos, pensar neles para agora.
  • Então, meus senhores, só agora descobriram que estavam em campos opostos relativamente a estas matérias decisivas na governação do país, ou prevalece a teoria da “lebre” que lança a corrida e depois das primeiras voltas sai da pista e deixa os verdadeiros corredores entregues a si próprios?
  • Mas, como sempre, a vida continua, agora com o Fernando Teixeira Santos, que também é Académico, Doutorado nos U.S.A., já com experiência de governação num governo do partido Socialista e, portanto, com outro traquejo para estas lides e que no discurso de posse, afirmou o que todos esperavam ouvir: “ vou seguir a política de rigor orçamental do meu antecessor”.
  • E eu, que sou ingénuo, pergunto: porque não o foram logo buscar de início? Por não ser tão independente como o Campos e Cunha ou porque, como académico, está a léguas de distancia dele, como já ouvi?
  • Agora, também já não interessa, o mal está feito. As pessoas, como eu, que acreditam nas virtualidades de um governo de maioria absoluta, por razões mais ou menos óbvias, ficaram chocadas com este episódio por aquilo que ele significa em desfavor da qualidade dos nossos políticos que não tendo feito, jamais, outra coisa na vida, parecem, às vezes, autênticos amadores.
  • Bem e eu que sou amador, hoje, vou jogar ténis.
  • Xau, espero que estejas melhor das tuas dores.
Tio Quim

Ai, ai.. - ainda falavam de mim.. Irrrrra))))

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Uma marca de automóveis anda a iludir as pessoas...

Faltam seis...
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